
o doce sabor da desilusão tende sempre a voltar, mais cedo ou mais tarde. como alguém especial diz, “a história repete-se”. tendo a acreditar no que antes neguei. não se pode esperar nada de ninguém, porque no fim somos sempre nós que ficamos a lamber as feridas. questionamo-nos sobre o que errámos, o que não demos, o que não temos, o que não somos. o que somos para os outros, afinal?
Somos, o encosto, a muleta que é precisa no momento, mas mais cedo ou mais tarde somos abandonados… a realidade é essa …
Esperemos que hajam sempre as excepções e pessoas em quem confiar! *
… Nunca se Sabe